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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Gálatas 3:17

Gálatas 3:17 - Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.
MAS DIGO ISTO: QUE TENDO SIDO A ALIANÇA. Anteriormente o autor usa a expressão: Como homem falo. Agora, ele afirma: Mas digo isto. Denotando sua opinião pessoal sobre esse assunto, e que sua defesa conta com o respaldo das Sagradas Escrituras dos judeus. Esta aliança sobre a qual se reporta o escritor, diz respeito à aliança de Deus com o patriarca Abraão, em que o Senhor faz promessa, não a descendência biológica de Abraão, mas sim, a espiritual, que para Paulo teve o seu cumprimento em Cristo Jesus.

ANTERIORMENTE CONFIRMADA. O apóstolo dos gentios, em combate ao legalismo da lei que estava invadindo as igrejas por ele fundadas, e em defesa do evangelho da graça de Deus e da fé em Cristo, ele fala da validação da aliança de Deus com Abraão baseada em promessas de abençoar os gentios por meio de Cristo. E destaca o fato de que a aliança de Deus com Abraão, que se cumpriu em Cristo, o Messias, foi primeiro do que a lei.

POR DEUS. A lei era conhecida pelos filhos de Israel, como sendo a lei de Moisés, um homem. Porem, a aliança de Deus com Abraão que se cumpriu em Cristo e na nova dispensação da graça para todas as nações do mundo, os gentios, foi confirmada pelo próprio Deus. Esta aliança referida pelo escritor foi para o descendente que é cristo, e as promessas, foram feitas em que todas as nações seriam abençoadas por meio de Cristo.

EM CRISTO. Como que a aliança seria confirmada por Deus em Cristo? Paulo esta explicando de que, a aliança de Deus com Abraão em que destaca o “descendente” e não os descendentes, os israelitas, era uma profecia messiânica que teve seu fiel cumprimento na pessoa bendita de Cristo Jesus. É tanto que, a lei não conseguiu ser uma bênção para os judeus, mas a nova aliança em Cristo era uma bênção para os gentios.

A LEI QUE VEIO QUATROCENTOS E TRINTA ANOS DEPOIS. Esta lei sobre a qual se refere o escritor diz respeito à legislação de Moisés. Sobre os quatrocentos e trinta anos citados pelo autor, não se sabe que tipo de cronologia foi usada pelo escritor e há vários pontos de vista quanto a isto. Não vamos entrar nos detalhes, mas apenas destacar de que, a lei de Moisés veio muitos anos depois que a aliança em Cristo já estava confirmada.

NÃO HÁ INVALIDA. De forma que, a lei não invalida a aliança que Deus tinha anteriormente confirmado com Abraão e que se cumpriria em seu “descendente” o Messias que haveria de se manifestar na plenitude dos tempos, em que por meio de Cristo, todas as nações do mundo seriam abençoadas, isso pela promessa feita a Abraão. Para as igrejas gentílicas, o que deveria prevalecer, seria a aliança da graça e não a lei.

DE FORMA A ABOLIR A PROMESSA. Que promessa? Aquela feita a Abraão que, por meio do seu “descendente” que foi o Messias, e não pelos seus descendentes, os israelitas, todas as nações do mundo seriam abençoadas ou benditas. Essa promessa não se cumpriu com os judeus, até porque eles monopolizaram o judaísmo, mas ela estava se cumprindo na igreja de Cristo, que era composta de todas as nações do mundo.

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