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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Gálatas 3:20-21

Gálatas 3:20-21 - Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um. Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei.
ORA, O MEDIANEIRO. O medianeiro é alguém que se interpõe entre duas ou mais partes para facilitar a negociação de um acordo ou aliança, que também serve de intercessor ou interlocutor. No caso da dispensação da lei, os filhos de Israel tiveram Moisés, e no caso de Moisés e Deus, o escritor diz no texto anterior que tiveram os anjos. Mas no que diz respeito à nova dispensação da graça de Deus com a humanidade, só teve um Mediador que é Cristo Jesus, o Emanuel, que era Deus entre os homens e pelos homens.

NÃO É DE UM SÓ. O autor usa uma metáfora para explicar o caso da antiga e da nova aliança de Deus com os homens. No caso da lei, não houve apenas um medianeiro mais no caso, tiveram dois, entre Deus e o povo, o primeiro foram os anjos e depois Moisés, que para o escritor era sinal de fragilidade. Quando na aliança de Deus com a igreja, somente um, que foi o Príncipe e Filho de Deus, Jesus Cristo, conforme (1 Timóteo 2:5).

MAS DEUS É UM. Agora, quanto à aliança com o patriarca Abraão, mediante o seu descendente ou com o seu povo Israel por meio da lei, e ainda a nova aliança da graça divina, em todos estes casos uma das partes envolvida era o mesmo Deus, ele que é único e verdadeiro. O que Paulo esta explicando é que o mesmo Deus que fez promessas a Abraão, como também fez aliança com Israel, é o mesmo que enviou o Messias.

LOGO, A LEI É CONTRA AS PROMESSAS DE DEUS? Paulo quer saber dos seus opositores, que eram judaizantes e provavelmente também os cristãos legalistas de Jerusalém, se a lei, que veio muitos anos depois, teve o intuito de anular as promessas feitas a Abraão? Deus em sua fidelidade não iria estabelecer uma aliança com o objetivo de desfazer uma outra, que a muitos anos atrás, havia firmado com o patriarca da nação de Israel, Abraão.

DE NENHUMA SORTE. A lei não teve o efeito de desfazer as promessas feitas anteriormente com o patriarca Abraão. A lei foi dada por Moisés ao povo de Israel para cumprir seu propósito de mostrar aquela nação que as promessas são mais importantes do que um código de lei, escrito para exigir seu cumprimento, coisa que não foi possível. De sorte que, as promessas feitas a Abraão sempre estiveram de pé, mesmo com a lei.

PORQUE, SE FOSSE DADA UMA LEI QUE PUDESSE VIVIFICAR. Os estudiosos da legislação de Moisés sabem que, a contrapartida da lei de Moisés era para esta vida presente, com propostas de bênçãos materiais. Não se verifica dentro do escopo da legislação de Moisés promessas referente à vida eterna ou salvação, como se tem na nova dispensação da graça de Deus. Vivificar, neste caso, é viver para a vida eterna ou salvação eterna.

A JUSTIÇA, NA VERDADE, TERIA SIDO DA LEI. Se na lei de Moisés tivesse as mesmas promessas para esta vida, mas principalmente para a vida futura, após a morte física, como estão propostas na nova dispensação da graça. Então, não seria necessário um novo pacto, que foi firmado por Deus com a humanidade, por meio de Jesus Cristo, ele que como único Mediador entre Deus e os homens, implantou a dispensação da graça.

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