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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Gálatas 3:24-25

Gálatas 3:24-25 - De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.
DE MANEIRA QUE A LEI. O capítulo de número três desta carta de Paulo aos Gálatas nos esclarece de forma pedagógica o que é a lei, e para que ela serviu. Bem como nos ensina coisas importantes sobre a dispensação da graça e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo. Como Israel estava se organizando como nação, precisava de leis que pudessem reger a sociedade, e assim sendo, o Senhor se utilizou de Moisés, que era um homem culto e formado em todas as ciências do Egito, para elaborar todas as leis da nação de Israel.

NOS SERVIU DE AIO. Mas, para que serviu a legislação de Moisés? Uma das respostas, nós encontramos justamente neste ponto, ela nos serviu de “aio”. De acordo com a cultura oriental, um “aio” era um escravo de confiança do seu patrão, que assumia a responsabilidade de educar o filho do seu patrão de seis a dezesseis anos, impondo-lhe regras rígidas e duras, até que levasse de volta ao seu pai, quando de maior de idade.

PARA NOS CONDUZIR A CRISTO. Neste ponto, o apóstolo dos gentios vê algo de bom no que diz respeito à composição da lei, quando afirma que ela conduziu o povo de Israel até a pessoa bendita de Cristo Jesus. Com isso, o autor afirma que a legislação de Moisés em sua pedagogia prática ou alegórica, sempre apontou em direção ao Messias de Deus. E a chegada de Cristo, foi o fim das funções do aio (lei), porque houve mudança de situação.

PARA QUE PELA FÉ. Com a chegada de um novo tempo, que era quando o menino atingia sua maturidade, não mais precisava do aio, a partir de então, era com ele e o seu pai. Assim foi com a implantação da nova dispensação da graça de Deus e a fé em Jesus Cristo, não mais precisa da lei. A partir de então, é com o Filho e com o Pai, eles que em um mesmo plano e desígnio inauguraram o novo tempo de governo e domínio no mundo.

FÔSSEMOS JUSTIFICADOS. No tempo da lei, o homem era justificado por méritos, em fazer cumprir todas as regras da legislação de Moisés. Já no novo tempo do Pai e do Filho, o homem é justificado pela sua fé em Cristo, e não mais pelo cumprimento das exigências da lei. Ser justificado pela fé é depositar total confiança em Cristo e crer que sua obra perfeita e gloriosa de redenção é suficiente para nos dar o direito à salvação.

MAS, DEPOIS QUE VEIO A FÉ. Esta fé põe limite entre o tempo da lei e o tempo da dispensação da graça. Em que no tempo da lei de Moisés, o povo de Israel estava sendo conduzido por um aio, que representava os mandamentos e regras da lei, mas que com a chegada da maturidade do Príncipe, não mais precisa do aio, e não precisar do aio é viver pela fé no príncipe, que é Cristo Jesus, o Filho de Deus, o Libertador da lei de Moisés.

JÁ NÃO ESTAMOS MAIS DEBAIXO DE AIO. A libertação do aio ou da lei, só era possível com a chegada da maturidade. A libertação da lei só foi possível com a chegada do Messias de Deus, que se manifestou na plenitude dos tempos para implantar um novo tempo, o tempo da nova dispensação da graça. Nem os judeus, e muito menos os gentios não precisam mais de cumprir as exigências de um código de lei, basta viver pela fé.

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