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terça-feira, 2 de maio de 2017

Hebreus 9:5

Hebreus 9:5 - E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente.
E SOBRE A ARCA. A arca da aliança representava o trono e a majestade de Deus. Esta peça do santo dos santos media 1,4m de largura, com a mesma medida de altura, mas o seu cumprimento era de 2,4m. Era chamada arca da aliança, porque representava a lei de Moisés, onde nela ficavam as duas tabuas com os dez mandamentos em que o Senhor entregou a Moisés como suas ordenanças para os filhos de Israel. Em cima da arca havia uma tampa, também chamada de propiciatório que media 2,4m por 1,4m de largura.

OS QUERUBINS. Estes querubins eram representações simbólicas dos seres elevados que estão na presença de Deus e diante da majestade celestial. Quando Adão e Eva pecaram contra o Senhor, foram expulsos do Jardim do Éden e foram postos querubins para proteger o Jardim do Senhor. No caso do tabernáculo, eram figuras de animais poderosos que também representavam a proteção de Deus sobre o santo dos santos.

DA GLÓRIA. Também eram representações de anjos poderosos da parte de Deus, que quando o sumo sacerdote entrasse naquele recinto sagrado sentisse a glória de Deus encher aquele lugar. Estas figuras de animais fortes e poderosos também falavam da majestade de Deus, bem como do seu poder sobre todas as coisas e ainda do seu governo sobre tudo e sobre todos. E tudo isso já apontava para o domínio de Cristo Jesus.

QUE FAZIAM SOMBRA. Estas imagens simbólicas dos dois querubins eram feitas de ouro puro político que brilhava de maneira intensa naquele lugar. Os dois tinham suas asas por cima do propiciatório em direção umas das outras, formando um arco por cima da tampa da arca. Essa simbologia ensinava sobre a proteção de Deus tanto sobre a arca, que representava a legislação de Moisés, quanto dos sacrifícios oferecidos no propiciatório.

AO PROPICIATÓRIO. Esse propiciatório era a tampa que ficava por cima da arca da aliança, com 2,4m de cumprimento por 1,4m de largura, sem, no entanto, ser especificada a sua espessura, toda recoberta de ouro. Era sobre o propiciatório que era aspergido o sangue do animal sacrificado, como símbolo do perdão dos pecados. A propiciação feita por Cristo foi o único sacrifício perfeito que não precisou ser repetido.

DAS QUAIS COISAS. O autor estava apenas dando alguns detalhes sobre estes objetos do tabernáculo, que serviriam de sobra das coisas que já estavam preparadas por Deus, quanto a nova dispensação, tendo Cristo como sumo sacerdote de uma melhor e superior aliança. Como também estes elementos da antiga aliança eram bem conhecidos pelos leitores desta carta, até porque eram seguidores do judaísmo convertidos ao cristianismo.

NÃO FALAREMOS AGORA PARTICULARMENTE. Neste ponto, o escritor não quis dar suas explicações alegóricas sobre o significado de cada um dos elementos que compunham o tabernáculo, como tem feito muitos dos interpretes cristãos nestes últimos dias. O que o autor estava expondo era algo que fazia parte do primeiro tabernáculo, que no caso do templo de Herodes já não existiam mais. Porem, em Cristo teve seu cumprimento final. Quem estuda as tipologias do velho pacto sabe que tudo isso, apontava para Cristo.

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