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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Hebreus 13:11

Hebreus 13:11 - Porque os corpos dos animais, cujo sangue é, pelo pecado, trazido pelo sumo sacerdote para o santuário, são queimados fora do arraial.
PORQUE OS CORPOS DOS ANIMAIS. O autor se refere ao que está escrito em Levítico 16:27 - Mas o novilho da expiação, e o bode da expiação do pecado, cujo sangue foi trazido para fazer expiação no santuário, serão levados fora do arraial; porém as suas peles, a sua carne, e o seu esterco queimarão com fogo. Estes animais, o novilho e o bode, eram sacrificados pelos pecados do sumo sacerdote, no caso do novilho, e o bode pelos pecados de todo o povo de Israel, este era um ritual do dia da expiação.

CUJO SANGUE É. Antes mesmo da instituição desta cerimônia pelos filhos de Israel, conforme a lei, os povos mais antigos já usavam o sangue de animais para purificação, como sacrifícios as falsas divindades, porque se acreditava que a vida está no sangue. O sangue do novilho e o sangue do bode da expiação eram colhidos separadamente pelo sumo sacerdote, levado para o santo dos santos e aspergido sobre o propiciatório, como ato de expiação pelos pecados do sacerdote e do povo.

PELO PECADO. Desde a queda da raça humana pelo pecado, ainda lá no Jardim do Éden, que sobrou para os filhos dos homens, as consequências pela desobediência ao Criador de todas as coisas. No caso da nação de Israel, Moisés instituiu por meio do tabernáculo o dia da expiação pelo sacrifício de animais, na tentativa de resolver o problema da consciência do pecado, porem, apenas cobria o pecado do povo.

TRAZIDO PELO SUMO SACERDOTE. Existiam muitos sacerdote, que eram justamente os descendentes da tribo de Levi. E existia um único sumo sacerdote, que era da linhagem e família de Aarão, irmão de Moisés. Somente o sumo sacerdote, uma vez no ano, no dia da expiação estava autorizado a entrar no santo dos santos com o sangue dos animais sacrificados para expiação dos seus próprios pecados e também dos pecados de todo o povo. Fala-se que na época em que esta carta foi escrita, haviam mais de um sumo sacerdote do templo de Jerusalém, constituídos por Roma.

PARA O SANTUÁRIO. O próprio tabernáculo também era chamado de santuário, mas certamente o escritor está falando do santo dos santos, que ficava depois do segundo véu, onde somente o sumo sacerdote estava autorizado a entrar, isso de maneira rápida, se demorasse, o povo tinha que puxar por uma corda que era amarrada na perna, porque não entrou de maneira digna, e morreu dentro do santuário.

SÃO QUEIMADOS. O sangue do novilho que era sacrificado pelo sacerdote e sua família, bem como o sangue do bode que era sacrificado pelo povo, eram levados para dentro do santuário. Porem, os corpos destes animais não podiam ser comidos pelos sacerdotes, eram levados para fora do arraial e queimado. Isso era determinação da legislação de Moisés, que os filhos de Israel tinham que obedecer como regra.

FORA DO ARRAIAL. O autor dá mais uma explicação que na nova dispensação, os sacerdotes, que representam as lideranças do cristianismo, não tem direito de comer do fruto de seus serviços prestados ao reino de Cristo, ou seja, ninguém pode usar como pretexto de servir a Cristo para ser beneficiado, nem que seja com seu alimento.

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