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sábado, 15 de julho de 2017

Hebreus 13:14-15

Hebreus 13:14-15 - Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura. Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome.
PORQUE NÃO TEMOS AQUI. O autor tenta dentro do possível, mostrar para seus leitores que todo aquele que está buscando o reino de Deus em primeiro lugar e a sua justiça, não pertence a esta esfera da existência, uma vez que, são todos peregrinos e forasteiros nesta terra. Diferente dos seguidores do judaísmo, que conforme as promessas contidas no conteúdo da legislação de Moisés esperavam as recompensas ainda nesta vida presente, com propostas de bênçãos materiais e terrenas.

CIDADE PERMANENTE. Não temos aqui cidade permanente. Deus prometeu ao patriarca Abraão uma terra para os seus descendentes, a quem eles chamavam também de nossa pátria, o que aconteceu com a conquista de Canaã e a cidade de Jerusalém terrestre. No entanto, os seguidores de Cristo, não buscam uma pátria terrena, tal qual a Jerusalém do país de Israel na Palestina. Mas buscamos a Jerusalém celestial, a cidade de Deus e de Cristo, onde os salvos irão morar para sempre.

MAS BUSCAMOS A FUTURA. Apocalipse 21:2-3 - E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. Ver ainda em (Apocalipse 21:9-27)

PORTANTO, OFEREÇAMOS SEMPRE A DEUS. O conselho do escritor é que os seus leitores em vez de se deixarem ser levados pelos pensamentos retrógrados de voltarem para o judaísmo, se aplicassem cada vez mais em fazer a vontade de Deus. De acordo com a nova dispensação da graça, o que se deve fazer é olhar para Jesus, Autor e Consumador da nossa fé, ele que tem a capacidade de nos apresentar a Deus.

SACRIFÍCIO DE LOUVOR. Os seguidores do judaísmo, desde que foi implantada a dispensação da lei, que se dedicavam a oferecer de forma contínua e recorrente sacrifícios de animais, coisa que Deus não suportava mais. Agora, depois da vinda de Cristo, era momento de se oferecer a Deus o perfeito louvor de gratidão, pelos muitos e melhores benefícios que o Messias de Deus efetuou em prol da sua igreja.

ISTO É, O FRUTO DOS LÁBIOS. Apesar das muitas lutas e perseguições que os seguidores do reino de Cristo estavam passando, mais havia mais que motivos para se render louvores com os lábios ao Deus que tudo executa pelos que nele esperam. Em vez de usarem suas palavras para reclamar, para falar coisa que não levam a nada, os leitores desta carta deviam sim, entoarem belos hinos de gratidão a Deus.

QUE CONFESSAM O SEU NOME. O escritor fala sobre o perfeito louvor que engrandece ao nome do Senhor Deus Todo-poderoso. O louvor que é aceito como cheiro suave as narinas do Criador é aquele que exalta o nome de Deus, que expressa o seu poder e majestade, e que se refere às ações de graças pelo trabalhar do Senhor em favor dos seus filhos. Existe louvor que nos leva a presença de Deus.

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